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Luisão - Vinte Títulos! (and counting...)

Se todas as batalhas da

"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ORA AÍ ESTÁ!

























E ao sétimo dia, descansámos. Quer dizer, à sétima jornada voltámos a ter o Benfica a que nos habituámos! Decidido, dinâmico e esclarecido. Construímos dezenas de ataques prometedores, criámos uma dúzia de oportunidades claras, mandámos três aos ferros e fizemos dois golos. Tão importante como isso, foi não termos concedido ocasiões ao adversário. Se tivermos que apontar alguma coisa, só mesmo a falta de afinação na finalização, que nos impediu de alcançar uma goleada das antigas. Bem vistas as coisas, este foi um jogo muito similar ao Benfica 5 - Belenenses 0 (em Máquina Infernal) da terceira jornada.

Em termos colectivos, apraz-me registar que voltámos a ter aquilo que é indispensável e que tinha faltado nos jogos anteriores: uma equipa ligada, a jogar o mesmo jogo do princípio ao fim. Esta ligação manifestou-se em situações como:

- facilidade e fluidez no início de construção;
- rapidez e acerto nas variações de flanco;
- reação imediata à perda de bola (leia-se Fejsa);
- lucidez a lançar as segundas vagas de ataque.

Em termos individuais, tivemos grandes exibições do Cervi, do Zivkovic e do Fejsa. Para além destes, fico cada vez mais com a ideia que temos em Rúben Dias uma sólida solução para uma das quatro questões que considero cruciais para o nosso sucesso esta época (ver: mercado fechado, questões em aberto). Há bastante tempo que reconheço no Rúben características fundamentais num central, como concentração, posicionamento e grande atitude competitiva. O que me surpreende pela positiva é a rápida evolução que demonstra em termos técnicos na relação com a bola - melhorou imenso nos últimos meses.

Zivkovic - a crescer e a confirmar as expectativas

Foi essencialmente um jogo de sentido único, com o Júlio César a desempenhar o papel de espectador atento. Na primeira meia-hora fomos mesmo avassaladores e podíamos facilmente ter chegado a uma vantagem muito confortável. O Paços apresentou-se com linhas juntas, ainda que não muito baixas - era a nossa acção que os obrigava a recuar para junto da área. Colocava muitos jogadores na zona de pressão, mas nós conseguíamos variar o flanco rapidamente e beneficiar de espaço para atacar pelo corredor contrário. Destaco aqui belos passes longos do Luisão para o André Almeida, do Fejsa e do Pizzi para o Zivko.

Mesmo nos curtos períodos em que não tínhamos a posse de bola, conseguimos sempre condicionar o jogo do Paços e só me lembro de ter apanhado um susto, naquele canto aos 46', cabeceado ao primeiro poste e que saiu a rasar a trave.



É evidente a melhoria registada neste jogo que marca o regresso do Fejsa. Não é novidade para ninguém a influência do Campeoníssimo em toda a manobra da nossa equipa. Não é só pelo que destrói, mas também pelo que permite construir. Este terá sido o factor mais visível e que mais contribuiu para tão grande melhoria. Ainda assim, penso que não seja o único. Noto com muito agrado a evolução do Rúben Dias e o crescimento do Zivkovic. Também o Cervi voltou enérgico como sempre e talvez mais esclarecido que o habitual.

Na antevisão deste jogo dizíamos que estava na hora de virar a página e assim fizemos. Agora, temos de ir à Suíça e abrir o livro!

                               Ficha do jogo (aqui)


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

VIRAR A PÁGINA





Pronto! Já demos o primeiro milho aos pardais, agora temos que tratar da alimentação da águia. Pela primeira vez em muito tempo, temos o departamento médico desanuviado. Que seja o momento de virar a página e iniciar um ciclo de vitórias!

Proponho este Onze para amanhã:



Na segunda parte, se for possível, é tirar o Pizzi, passar o Zivko para a direita e meter o Cervi na esquerda. Tirar o Jonas e meter o Gabriel.

Acredito que vamos jogar melhor e encetar a recuperação. Nas bancadas, temos de fazer a nossa parte. Porque juntos somos mesmo mais fortes!

CARREGA BENFICA!!


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Sinais de retoma




O resultado foi mau e a exibição ainda não foi boa, mas... notei alguns sinais animadores no Benfica 1 - Braga 1, de ontem à noite. Vi uma equipa mais ligada e mais consciente do que tem a fazer. Vi novas soluções colectivas e individuais que nos serão muito úteis. Voltei a ver uma equipa unida em busca dum objectivo comum. 

Nem tudo foram rosas, obviamente. Ainda se nota alguma falta de confiança, o estado emocional da equipa não é o melhor. E é aqui que nós entramos na equação. Nós, adeptos, temos a obrigação moral de ajudar a equipa a ultrapassar esta fase negativa. Temos de injectar confiança e mostrar que acreditamos nos nossos jogadores! Foram eles que nos deram o Tetra e só eles nos poderão dar o Penta. Este é o momento de fazermos a balança pender para o nosso lado - juntos somos muito mais fortes!

Para além de estreias e regressos, o jogo de ontem mostrou-nos um Benfica num sistema diferente do habitual, em 4-2-3-1. Samaris e Filipe Augusto em duplo-pivot, Krovinovic a 10, Gabriel pela direita e Rafa pela esquerda. Raúl a fazer toda a frente de ataque. Gosto! É um plano B muito interessante que poderá ser utilizado quando o Jonas não for titular. Com o Pistolas, é "obrigatório" mantermos o 4-4-2.


AS ESTREIAS
A estreia absoluta do Krovinovic confirmou que se trata de um jogador de técnica refinada, inteligente e trabalhador. Será uma questão de tempo (pouco, espero) para ganhar mais entrosamento com os colegas e um lugar na equipa. O Pizzi poderá voltar à direita.

O Rúben Dias - estreia na Luz - comprova ser um jogador com forte mentalidade e enorme potencial. Para mim, já é o terceiro central e até poderá manter a titularidade.
O Gabriel - estreia a titular - também deu boas indicações, pena que o golo marcado não tenha contado. É rápido, tem bom toque e preocupa-se em jogar para a equipa. Ainda que tenha sido pouco utilizado no Inter, nota-se que a experiência no futebol italiano lhe fez bem.


OS REGRESSOS
É completamente diferente termos o Júlio César na baliza! Pela facilidade de saída, pela segurança que transmite aos colegas da defesa (e a todos nós). É incomparavelmente melhor. Espero bem que isto também seja claro para o Rui Vitória.

O Jardel - já sabemos - é o nosso central mais rápido e que dá mais profundidade à defesa. No golo sofrido, fico com a ideia que podia ter feito melhor. No golo marcado, foi determinante. Mais dois joguitos e teremos o nosso guerreiro de novo em forma.
Também de regresso à titularidade, tivemos boas exibições do Eliseu e do Rául, com mais um golo. 


Gostei dos primeiros vinte minutos, terão sido do melhor que fizemos nestes últimos jogos. Pressão forte, com as linhas subidas, boas iniciativas a explorar os flancos (mais pela direita, com o Gabriel), recuperação rápida da bola e boa circulação. Agora é preciso é prolongar o tempo de jogo com esta dinâmica. Globalmente, primeira parte aceitável, se bem que na segunda metade permitimos muitas aproximações do Braga à nossa área.

A entrada na segunda parte também não foi má e podíamos ter feito o 2-0, no lance do Gabriel aos 51'. Mas, com o passar do tempo e em vantagem mínima, os fantasmas recentes foram-se apoderando da equipa. O Braga, com mérito próprio e com a ajuda do árbitro, criava algum perigo sobretudo em lances de bola parada. Os nossos voltaram a acusar muito nervosismo e falta de confiança, cometendo erros mesmo em situações simples. 


É nestas alturas que nós temos de entrar em campo e dar o nosso contributo. A qualidade está lá, a vontade está lá. Falta o nosso colinho!

Acabámos por sofrer (mais) um golo de bola parada, em mais uma lamentável prova da lei de Murphy, num jogo em que me parece que o resultado mais justo seria 1-0 a nosso favor. Arbitragem manhosa, com gritante dualidade de critérios em nosso prejuízo. Admito que o lance do golo do Gabriel era difícil de ajuizar, e já se sabe o que dizem as regras...em caso de dúvida, é contra o Benfica!




Agora, é preciso confirmar os sinais de retoma e voltar às vitórias no jogo da Liga.
Sábado, todos à Luz! Só juntos podemos vencer!


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Oportunidade de melhoria




Este é aquele tipo de jogos "só pra malucos", como costumo dizer. Joguito de Taça da Liga, a meio da semana e a horas impróprias, ainda por cima dá em canal aberto. Isto, depois de duas derrotas consecutivas e três exibições paupérrimas. Terceiro anel fechado e menos de vinte mil na Luz. Lá estarei, claro.

Parece uma excelente oportunidade para fazer alterações na equipa e testar novas soluções. Por outro lado, convém resistir à tentação de mudar muitos jogadores ao mesmo tempo. Normalmente, isso torna mais difícil um desempenho colectivo favorável ao aparecimento de novas soluções individuais.

Então, num misto de continuidade e teste de novas soluções, proponho o seguinte:



- devolver a baliza ao Júlio César.
- mudar pouco na defesa, apenas poupar o Grimaldo.
- testar a solução Samaris, Krovinovic e Pizzi, com este a falso extremo/terceiro médio.
- o Zivko está a crescer, é dar-lhe moral.
- poupar o Jonas e testar a outra dupla de avançados, Raúl e Gabriel.

Depois, se for convocado, gostava de ver o Douglas. E também o Diogo Gonçalves.


Entretanto, confirmámos hoje que também a nossa Economia é tetracampeã, com lucro pelo quarto ano consecutivo! Maior receita (253,5M€) e maior resultado (44,5M€) de sempre!

Este é um momento muito importante no sentido de avançarmos para o próximo patamar. Voltaremos ao tema.

SAUDAÇÕES GLORIOSAS!

domingo, 17 de setembro de 2017

No Bessa com pouca cabeça
























Agora já não adianta nada chorar pelos que saíram nem reclamar pelos que não entraram. Os que cá temos são suficientemente bons para jogarmos muito melhor do que temos visto nos últimos jogos. O que é necessário é que sejam identificadas as razões para este sub-rendimento e tomadas as medidas necessárias.

Ontem, a primeira parte até não foi má de todo. Marcámos cedo (mais uma assistência do Zivkovic, mais um golo do Jonas), tivemos muita posse de bola, construímos bastantes ataques, fizemos alguns remates perigosos e não passámos por grandes calafrios. 

Inexplicavelmente, a segunda parte voltou a mostrar-nos um Benfica confuso, inseguro, desconfiado de si próprio e pouco determinado. O primeiro golo do Boavista é exemplo disso. O segundo golo do Boavista é um azar do Varela que até pode acontecer aos bons guarda-redes...

Marcar primeiro e depois sofrer dois golos perante uma equipa claramente inferior (tal como aconteceu terça-feira com o CSKA) é sinal de falta de controlo. Táctico e emocional. As saudades que eu tenho de ver a equipa a "passar para trás e para o lado" durante largos minutos de jogo, obrigando o adversário a correr atrás da bola sem a cheirar. (Aqueles que assobiam nessas situações bem podem agora bater com a cabeça na parede).

Sem Fejsa, são evidentes os nossos problemas no eixo central. O Filipe Augusto passa bem mas não tem as rotinas de trinco. O Pizzi desgasta-se muito em acções sem bola e depois falta-lhe energia e discernimento para organizar os ataques. O Jonas, apesar dos golos (oito em oito jogos), parece-me menos inspirado e menos esclarecido naquele jogo de tabelinhas que o caracteriza. O Seferovic acaba por ser mais vítima do que réu dum processo ofensivo mal definido. O Salvio, já se sabe, decide sempre enfrentar o(s) adversário(s) directo(s). Nos jogos em que consegue ultrapassá-lo(s) sessenta ou setenta por cento das vezes acaba por dar golos e assistências. Quando não, é um desperdício de tempo e energia para toda a gente. Acresce que este ano não tem um companheiro (lateral-direito) que seja, ele próprio, um desequilibrador na frente.

Mais uma vez, acabámos com muitos jogadores na frente a atrapalharem-se uns aos outros, muita gente fora da sua posição, muita sofreguidão e falta de "cabeça". Isto é precisamente o contrário daquilo que nos permitiu chegar ao golo tardio em Chaves, por exemplo.

Os cinco pontos de atraso nesta fase do campeonato não comprometem, mas preocupam. Sobretudo porque decorrem de erros próprios e falta de capacidade para reagir rapidamente a situações adversas. Pior que o atraso na classificação, é a fragilidade na exibição.

Segue-se a estreia na Taça da Liga, na próxima quarta-feira. Frente ao Braga na Luz, teremos oportunidade de testar novas soluções que poderão mostrar novos caminhos para o Benfica 2017/2018. Vamos a isso!


                               Ficha do jogo (aqui)



quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Muito pouco e muito mal(lenco)

























Péssima entrada do Benfica na Liga dos Campeões com o desperdício de três pontos fundamentais. Mesmo que ganhemos na Rússia, já não vamos conseguir fazer os quatro pontos necessários frente  ao CSKA. Torna-se assim obrigatório somarmos seis com os suíços.

Faltou Benfica no jogo de ontem. Faltou-nos velocidade, criatividade, confiança e tranquilidade. Sobrou-nos ansiedade, passividade e muita confusão. Faltou também um árbitro decente. Para além dos dois penaltis perdoados ao CSKA e do penalti mal assinalado ao André Almeida, toda a atitude do árbitro Mallenco denotou uma tremenda má-fé contra o Benfica. Mas o que é que este filho da puta deste espanhol tem contra nós?!

Os russos fizeram a parte deles, nada a dizer. Sempre que perdiam a bola baixavam para junto da sua área num bloco compacto de oito elementos. Arriscaram pouco e petiscaram muito - culpa nossa. Precisávamos de fazer um jogo de paciência, com boa circulação de bola, obrigando o adversário a bascular continuamente. Precisávamos de escolher os momentos certos para fazer os passes de ruptura. Precisávamos de asfixiar os russos recuperando imediatamente a bola e lançando novos ataques. 

Só muito a espaços fizemos o que devíamos. Até criámos algumas ocasiões, o problema foi a falta de consistência e de continuidade do nosso jogo. Tivemos pouco Pizzi e muito pouco Jonas (eu bem que tinha pedido banco para o Pistolas). Sabemos bem como o nosso jogo se ressente quando esta micro-estrutura não funciona em condições. Há que explorar outras soluções, nomeadamente passar o Pizzi para a direita - onde terá mais tempo e mais espaço para construir - e dar mais músculo ao meio campo (com Samaris), ou mais criatividade (com Krovinovic, este não inscrito na UCL).

Voltei a ver coisas que não têm sido habituais nos últimos anos e das quais não tinha saudades nenhumas: os nossos jogadores a reclamarem uns com os outros; "cachos" de quatro ou cinco jogadores no mesmo metro quadrado; avançados a "esquecerem-se" de recuperar a posição, ficando para lá da linha defensiva adversária; iniciativas individuais em desespero e obviamente condenadas ao fracasso...Enfim, não são situações normais numa equipa com esta experiência e qualidade. A saída do plantel de elementos tão importantes não justifica tudo. Os que cá estão são capazes de fazer muito mais do que aquilo que vimos nos últimos três jogos - a prova está nos quatro jogos anteriores.

Mais uma vez, terminámos o jogo em evidente desespero, como se comprova pela composição final da nossa linha recuada com Salvio, Luisão, Almeida e Zivkovic. Não foi bom que a estreia do Gabriel se tivesse verificado num contexto tão desfavorável. A entrada do Rafa aos 89' também não faz qualquer sentido. Há muita matéria para o Rui Vitória reflectir.

Num jogo tão desinspirado e com a equipa tão desligada, torna-se ingrato fazer apreciações individuais. Ainda assim, destaco pela positiva o Varela, o Luisão, o Grimaldo e o Zivkovic. 

Não exijo nem espero que consigamos jogar sempre ao nosso melhor nível. Mas é absolutamente obrigatório que o nível mínimo seja muito mais elevado. Temos matéria-prima e inteligência para fazer muito melhor. 'Bora lá fazer muito melhor!


                               Ficha do jogo (aqui)


Agora, é ganhar no Bessa e mais nada! 


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

VÊM AÍ OS RUSSOS






















Recebemos amanhã o CSKA de Moscovo na jornada inaugural da Liga dos Campeões 2017/2018. Os russos têm uma equipa experiente com muitos jogadores da selecção e habituados a estas andanças. Mas nós temos mais argumentos e, se jogarmos próximo do que somos capazes, havemos de vencer.

O sorteio dos grupos foi... assim-assim. Beneficiámos da protecção de pertencermos ao pote 1, mas sabíamos que do pote 2 só podia vir tubarão (excepto o Sevilha). Veio o Manchester United. No pote 3 o brinde era o Anderlecht, mas não se pode dizer que nos tenha saído a fava. Nápoles, Olympiakos, Tottenham ou Liverpool seriam adversários teoricamente bem mais difíceis que o Basileia. Já no pote 4, não tivemos grande sorte. Pior que os russos, só os alemães do Leipzig.

Temos que nos habituar a considerar que o objectivo mínimo do Benfica europeu é o apuramento na fase de grupos. Este grupo permite-nos encarar com razoável optimismo a possibilidade de alcançarmos este objectivo pela terceira época consecutiva. Também sabemos que chegando aos oitavos-de-final ficamos muito dependentes do sorteio. Mas se lá chegarmos com frequência, algumas vezes havemos de passar.

O alinhamento dos jogos no nosso grupo deu-nos a ligeira vantagem de começarmos e terminarmos em casa, defrontando precisamente aqueles que serão, em princípio, os nossos adversários directos pelo apuramento: russos e suíços. Como tal, a vitória sobre o CSKA na Luz assume carácter de obrigatoriedade.

O CSKA tem dois jogadores que aprecio bastante: o GR Akinfeev (em tempos pensei que poderia vir a pertencer ao Top 3 mundial); e o médio criativo Dzagoev (tem muita qualidade, mas desempenhos inconstantes). Os defesas são muito experientes, talvez experientes "demais", como os irmãos Berezutskiy (35 anos) e Ignashevich (38 anos). Uma das nossas armas para amanhã poderá ser uma forte pressão sobre a linha defensiva russa, explorando alguma lentidão e falta de agilidade dos defesas.

Estou certo que a atitude e energia da nossa equipa neste jogo será muito diferente, para melhor, do que perante o Portimonense. Por muito que não se queira, não há jogador que não sinta uma adrenalina especial num jogo de Champions. E é humanamente impossível manter exactamente o mesmo registo ao longo de cinquenta jogos numa época. O que é importante é que o nível "mínimo" não deixe de ser elevado. Bom, mas o jogo do Portimonense já lá vai. Terá sido um epifenómeno...

Avancemos então para o Onze do Benfica para amanhã. Proponho o seguinte:


Com o Júlio César em condições, opto pela sua segurança e experiência.

O Grimaldo já está apto, mas a a paragem foi prolongada. Mantenho o Eliseu.

O Samaris fez um mau jogo sexta-feira, mas costuma melhorar quando faz vários jogos consecutivos.

A ala esquerda está a precisar de "sangue novo". Dou esta oportunidade ao Rafa. O Salvio faz a diferença em velocidade e intensidade, este é jogo para ele.

Uma frente de ataque pressionante e com muita mobilidade. O Jonas saiu tocado no último jogo, convém não abusar.



Assim, no banco teríamos jogadores com capacidade para entrar e ajudar a equipa, conforme o "andar da carruagem". Nomeadamente, Grimaldo, Felipe Augusto, Cervi, Jonas e Gabigol. 

Bora lá BENFICA!! Ganhar! Ganhar!

sábado, 9 de setembro de 2017

Safámos a onça!



























Ontem vi coisas na nossa equipa a que não estou habituado e espero não voltar a ver tão depressa. Excesso de confiança, facilitismo e a crença que o jogo se podia resolver com pouco esforço. Foi essa a atitude geral na primeira parte e depois foi necessário um esforço acrescido e pouco esclarecido na segunda.

A primeira explicação que me vem à mente para um jogo tão abaixo do normal - terá sido dos mais fracos dos últimos tempos, comparável talvez ao do Bonfim num momento muito difícil da última época - é a proximidade do jogo da Liga dos Campeões. Juntamente com a pouca cotação do Portimonense e algum desgaste pelas idas às selecções, a enorme expectativa gerada nos jogadores pela proximidade da Champions terá desviado a energia necessária para este jogo. Mas é uma explicação inaceitável, o Penta não pode deixar de ser o foco em cada jogo do campeonato!

PRIMEIRA PARTE FRAQUINHA
Foi frequente vermos o portador da bola a abrir os braços por não ter opções de passe, porque os colegas não se desmarcavam. Foi frequente vermos os nossos jogadores a abusarem da confiança na sua capacidade técnica, esquecendo-se de correr tanto ou mais que os adversários. Foi inadmissível a quantidade de duelos perdidos, no choque e na corrida. Foram muitas as manifestações de desconcentração, como erros básicos no passe e na recepção. Na primeira parte valeu-nos o Luisão, o único que parecia levar o jogo a sério.


SEGUNDA PARTE NERVOSA
Sofrer o golo cedo no reatamento foi o melhor tónico que podíamos ter. E a entrada do Salvio também trouxe mais energia, que nos permitiu empatar logo a seguir. Ganhámos qualidade na construção com a entrada do Filipe Augusto aos 62' - belos passes longos a mudar de flanco! - e ainda mais acutilância com a entrada do Raúl aos 72'. Nesta altura, jogávamos com Samaris a central (ontem não foi um bom exemplo, mas acredito nesta solução), o Zivkovic a lateral-esquerdo, e Jonas, Seferovic e Raúl na frente! Não se pode acusar o mister de não ter arriscado...

Não obstante a clara mudança de atitude, a segunda parte mostrou-nos uma equipa nervosa, precipitada e desligada. Jogávamos aos repelões e sentia-se que só num lance individual ou de bola parada podíamos chegar à vantagem. Acabou por ser com um golo espectacular do improvável André Almeida, num lance em que me pareceu que quis cruzar mas que ele garante ter sido intencional. Bem haja! Ainda restaram quinze minutos de sofrimento e um golo bem anulado ao Portimonense pelo vídeo-árbitro aos 88'. 

Enfim, safámos a onça e sacámos os três pontos, que é o principal. Não gostei que a equipa tivesse feito poupança de energia para o jogo com o CSKA (se é que foi isso que aconteceu), mas pelo menos que tiremos os dividendos terça-feira e entremos na Liga dos Campeões a vencer!

domingo, 3 de setembro de 2017

Mercado fechado, questões em aberto




Precisamos muito que sejam afirmativas as respostas às seguintes questões que ficaram em aberto após o fecho do mercado:

1) Será o Svilar, apesar dos seus dezoito aninhos, um prodígio das balizas?

2) Será o Douglas um lateral competente a defender e diferenciado a atacar?

3) Teremos em Kalaica ou Rúben Dias centrais já capazes de nos dar a segurança necessária na ausência do Jardel ou do Luisão?

4) E a mais importante de todas: será o departamento médico, juntamente com a equipa técnica, capaz de diminuir a ocorrência e duração de tantas lesões? 

Estas são, quanto a mim, as questões cruciais cuja resposta terá de ser "SIM!", no decorrer das próximas semanas e meses por forma a mantermos intactas as nossas ambições para esta época.

1) Aprofundemos estes temas, começando pela baliza. Todos sabemos que o Júlio César sofre de problema crónico nas costas e terá de parar várias vezes ao longo do ano, mesmo que não tenha outras lesões. Precisamos então de olhar para o segundo guarda-redes do Benfica não como quem olha para um guarda-redes suplente mas para um titular. O Bruno Varela, já o disse e mantenho, tem pontos fracos que dificilmente serão corrigidos no curto prazo. Não é dominador do espaço aéreo e não é decidido a sair dos postes. Poderá evoluir ao longo da sua carreira, mas entretanto vai cometer muitos erros - não nos podemos dar a esse luxo, com a baliza não se brinca!

Resta-nos então esperar que o jovem belga seja mesmo um prodígio - algo raro mas que às vezes acontece - e esteja capaz de assumir a defesa das redes do Glorioso aos 18 anos. Vale o que vale, mas tenho um bom feeling em relação a este.



2) O André Almeida é um jogador regular e muito útil no nosso plantel. Mas quem passa tanto tempo como nós a atacar precisa que os laterais também sejam desequilibradores lá na frente, tipo Grimaldo e Semedo. Manifestamente, não é o caso do André. Por conseguinte, é fundamental que o Douglas seja competente e concentrado a defender, mas também criativo e influente na manobra ofensiva. O rapaz ter chegado ao aeroporto de Lisboa a responder em castelhano mal amanhado a uma pergunta em português, sendo ele brasileiro...não abona muito a favor da sua inteligência. Vale o que vale, mas não tenho grande feeling em relação a este. O plano C seria baixar o Salvio para lateral.



3) O Luisão e o Jardel têm qualidade mais que comprovada e suficiente para dar resposta às dificuldades que nos esperam. Aqui a dúvida é sobre a condição física, principalmente do Jardel. O Lisandro é bom rapaz e até tem mais qualidade que os colegas no início de construção, mas falha demasiado. Um central não pode. O Kalaica e o Rúben têm enorme potencial, mas será que já estão prontos? O plano C seria baixar o Samaris para central.


4) Finalmente, a questão mais importante e que mais preocupações nos tem causado - as lesões. Os meus parcos conhecimentos de medicina desportiva não me permitem identificar causas, muito menos apontar culpados. Mas é por demais evidente que a quantidade e duração das nossas lesões está muito acima da média e não podem ser explicadas apenas por azar. Algo tem de ser feito para normalizar esta situação.


Confesso que gostava de me sentir mais confortável com o desenho do nosso plantel após o fecho de mercado. Obviamente, mantenho toda a confiança na conquista do Penta e não regatearei o apoio incondicional à nossa equipa do primeiro ao último segundo de cada jogo, jogue quem jogar. As questões que referi acima serão respondidas por todos ao longo das próximas semanas e meses.




Não, não me esqueci de referir o Gabigol. Simplesmente não considero uma questão tão crucial como as anteriores. Mesmo que o seu rendimento não seja espectacular (e acredito que será), estamos muitíssimo bem servidos lá na frente com Jonas, Raúl e Seferovic. Se este Gabriel render golos e assistências, então sim, será uma enorme mais-valia. E já agora, obrigado Mitroglou! Tenho pena de ver sair o nosso grego goleador, mas...é a vida!



Fiquemos então com a composição final (até Janeiro) do nosso plantel principal:



                                                Seferovic
Raul
 Gabigol
Jonas
J.Carvalho
         Cervi                                                      Pizzi                                                 Salvio
         Rafa                                                      Krovinovic                                          Zivkovic
         Willock                                                   Chrien                                               D.Gonçalves
                                                                                                                
Fejsa
Samaris
F.Augusto
       Grimaldo                           Jardel                                Luisão                             A.Almeida
       Eliseu                              Lisandro                            R.Dias                             Douglas
                                             Kalaica                                                             
                                                                   J.César
                                                                M.Svilar
                                                                B.Varela





domingo, 20 de agosto de 2017

MÁQUINA INFERNAL




Até parece que jogam juntos há oito anos, eh eh! Pois, ainda não são tantos, mas à entrada da terceira época com Rui Vitória no comando técnico a equipa revela níveis de automatismo muito elevados. A inteligência e o entendimento colectivo dos vários momentos do jogo, assentes em enorme talento e muita criatividade, permitem-nos assistir a recitais de futebol como este Benfica, 5 - Belenenses, 0.

Estou em crer que, se não formos fustigados por lesões como no ano passado, assistiremos esta época a muitas exibições deste calibre. Total domínio das operações durante todo o jogo, criação de imensas oportunidades e concretização de muitos golos. 

E ontem tivemo-los para todos os gostos. Primeiro de bola parada, pelo Jonas a cabecear a livre do Pizzi. Depois, numa insistência colectiva com o Salvio a rematar ao ângulo, de fora da área. O terceiro a comprovar a excelente ligação entre o Jonas e o Seferovic, com o relógio suíço a finalizar à matador. Quase pudemos celebrar o golo do ano, naquele chapéu do Jonas desde o meio campo que foi ao poste. No quarto, excelente assistência do Raúl para o Jonas fazer o que feito por ele parece fácil; recepção no peito e tiro com o pé esquerdo. Para fechar, uma jogada de peladinha; o Raúl isola o Pizzi e este cruza para o Jonas matar. 

Os golos:



Com o nosso primeiro golo a ser alcançado logo no segundo minuto de jogo, caiu por terra a estratégia do Belenenses. A estrutura de três centrais falhou muitas vezes a definição da linha defensiva e abriu crateras para os nossos avançados. Como habitualmente, fomos explorando vários caminhos e várias abordagens para chegarmos à baliza adversária. O Salvio foi demolidor na direita, o Cervi apareceu muitas vezes por dentro, o Jonas e o Seferovic, ora baixando, ora explorando a profundidade, ofereceram sempre soluções.  

Na casa das máquinas, o cérebro que o Pizzi tem nos pés encarregava-se da distribuição, bem coadjuvado pelo Filipe Augusto. O médio brasileiro fez ontem a sua melhor exibição pelo Benfica. Forte na recuperação de bola e com boas iniciativas na construção. Ficam na retina alguns passes rasteiros verticais ou diagonais, principalmente aquele a isolar o Seferovic aos 58'. O Raúl entrou muito bem, assistiu e fez um passe para assistência. O Chrien voltou a mostrar pormenores técnicos deliciosos. Com melhor entrosamento com a equipa, poderá ser uma opção muito válida. Permitirá a passagem do Pizzi para a direita, onde continua a ser muito influente na construção, tendo a vantagem de dispor de mais espaço e mais tempo.

O desempenho do Benfica nestes primeiros jogos oficiais não me surpreende nada e comprova a grande qualidade que não me canso de elogiar na nossa equipa. Mas mantenho a opinião relativamente à necessidade de reforços. Verifico com agrado que a Direcção também sentiu necessário reforçar o lado direito da defesa. Esperemos agora que o Mato Milos seja o tal lateral ofensivo capaz de ser uma alternativa válida ao André Almeida. Quanto à baliza, reconheço progressos no Bruno Varela, mas continuo à espera dum excelente guarda-redes. Precisamos de ter um keeper completo, dominador do espaço aéreo e capaz de controlar a profundidade. Até dia 27 ou 28 vou continuar a aguardar serenamente...

Agora, é preparar bem a difícil deslocação a Vila do Conde. O Rio Ave está a jogar muito bom futebol e pode causar-nos grandes dificuldades. Teremos de abordar este jogo com muito pragmatismo.



JARDEL - Mais alto, mais forte. O Guerreiro está de volta!



FILIPE AUGUSTO - Muito bom jogo a defender e a construir.



CHRIEN - Pormenores técnicos de requinte, a pedir mais tempo.



SEFEROVIC - O relógio suíço. Quatro jogos a jogar, quatro jogos a marcar.


JONAS - Hat-trick e um monumental quase golo!


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Tardámos, mas arrecadámos!


















A alegria pela vitória alcançada no fim é proporcional ao sofrimento causado pela espera. Acreditámos e apoiámos sempre e no fim tivemos direito a um...chocolate suíço. Ganhámos e ganhámos bem! Sem ajudas do árbitro, antes pelo contrário, e video-árbitro nem vê-lo. Sorte? De modo algum, se não tivéssemos ganho é que tinha sido um grande azar. O Chaves conseguiu equilibrar a contenda na primeira parte, mas as melhores ocasiões foram nossas. Na segunda, remeteram-se à defesa e a tentativas de contra-ataque. Os valentes transmontanos resistiram enquanto puderam, mas não podiam resistir sempre. 

O desgaste provocado pela máquina benfiquista é tremendo e, com o tempo, foi abrindo brechas. As oportunidades de golo sucediam-se. Ora Nuno André Coelho, ora o guarda-redes Ricardo, ora o poste da baliza foram adiando o inevitável. Aos 92', golo de antologia: o Pizzi faz um lançamento magnífico desde a linha do meio campo a explorar a profundidade do Rafa. Talvez só o pequeno barbudo fosse capaz de chegar àquela bola e definir a assistência como definiu. Ao primeiro poste, o Seferovic com a precisão de um relógio suíço finaliza na perfeição, de pé direito!, fazendo a bola passar entre as pernas do guarda-redes.

O meu destaque neste jogo vai para o colectivo, e sobretudo, para a forma como a equipa manteve a calma e a organização até ao fim. Isto é atributo de equipa mesmo grande: acreditar no processo e confiar no seu valor. Acresce a nosso favor a experiência e a maturidade dum Onze inicial com trinta e dois campeonatos conquistados pelo Benfica. Nota-se esta experiência em pormenores, como a forma como os nossos jogadores evitaram fazer faltas ofensivas, mesmo na fase final de ataque à baliza do Chaves.



E pronto! Nós já passámos, para lá do Marão. Será que os outros passarão?


Eu estou ali! Eu estou ali!



domingo, 13 de agosto de 2017

Em Aquae Flaviae pelo SLB






















Só mesmo o Benfica! Quatrocentos e quarenta quilómetros e mais de quatro horas depois da partida, Chama que Anima! marca presença em Chaves, para ajudar o Benfica em mais uma jornada rumo ao Penta. Retemperado por uma posta transmontana e refrescado por uns finos junto ao Tâmega, fica o testemunho de enorme confiança na nossa equipa. Acredito firmemente na nossa vitória. Espero que seja alcançada sem casos e sem ajudas, que nós não precisamos.

A parte boa do Sporting - Setúbal foi perceber que sem o escandaloso penalti oferecido pelo merdas do Paixão, os palhaços tinham mesmo empatado. A jogar assim, vão perder muitos pontos outra vez. Não acredito que tenham sempre a ajuda dos árbitros, por muito que chorem. E se choram! Puta que os pariu!

Quanto a nós, julgo que vamos entrar com o mesmo Onze do jogo com o Braga. Salvo alguma questão física, não vejo razão para mudar.

Varela,
Almeida, Luisão, Jardel, Eliseu,
Fejsa, Pizzi,
Salvio, Cervi
Jonas e Seferovic

Somam só 32 campeonatos nacionais, estes meninos!




O ano passado foi difícil aqui em Chaves, mas ganhámos dois-zero. Que se repita o desfecho este ano, com maior ou menor dificuldade.

Carrega BENFICA!!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O canivete suíço e os tetracampeões




A diversidade dos movimentos ofensivos constitui imagem de marca do Benfica de Rui Vitória. Ora atacamos pelos corredores laterais, ora pela faixa central. Ora jogamos em tabelas curtas, ora procuramos lançamentos longos para as costas da defesa. Ora permanecemos longos períodos instalados no último terço, ora baixamos linhas para explorar o  contra-ataque. A diversificação de movimentos tem sido um factor diferenciador do nosso jogo e obriga os opositores a adaptarem constantemente a sua acção defensiva, diminuindo a eficácia. 

Neste contexto, a entrada do Seferovic na nossa equipa assenta que nem uma luva. Graças à sua versatilidade, o nosso novo avançado - qual canivete suíço -  possibilita um sem-número de soluções atacantes que, bem exploradas, alargam ainda mais o leque da nossa capacidade ofensiva. 

Além das competências técnicas e da capacidade física, a inteligência é o atributo que distingue os melhores jogadores. O nosso canivete suíço é fortíssimo em todos estes aspectos. A ligação que já apresenta com jogadores como Jonas e Pizzi (lá está a inteligência) faz com que os golos sejam uma consequência natural. O Seferovic marcou no primeiro jogo de preparação, marcou no primeiro jogo oficial e marcou no seu primeiro jogo na Luz.

A multi-funcionalidade do Haris ficou bem patente no jogo de ontem frente ao Braga. A cerca de quinze minutos do fim, ainda com o Jonas em campo, baixou para segundo avançado ficando o Pistolas na ponta da lança. A forma como então assegurou a ligação com o meio campo revela-nos um jogador de classe com inteligência acima da média.

Destaque também para as exibições do André Almeida e do Cervi. Falar de Fejsa, Pizzi e Jonas já é quase aborrecido ;) O nosso lateral direito parece apostado em aumentar a sua participação ofensiva e ontem desenvolveu iniciativas muito interessantes nesse capítulo. Ao Cervi, há muito que lhe reconhecemos enorme garra e uma disponibilidade infinita para ajudar a equipa em todos os momentos. Ontem, o boneco diabólico terá feito um dos jogos mais esclarecidos desde que chegou ao Benfica. Foi frequente vê-lo no centro do terreno, pedindo a bola para assumir a construção.

Apreciação geral: 
Desenvolvemos muitas jogadas de belo efeito, criámos bastantes oportunidades e concedemos poucas. Os nossos jogadores tiveram sempre o controlo do jogo, mesmo quando não estavam instalados no meio campo adversário. 

Notas soltas:
Até ao dia 27 ou 28 de Agosto vou continuar a aguardar serenamente a contratação de um guarda-redes de categoria. 
O Jardel precisa de continuar a jogar - e do nosso apoio - para recuperar o ritmo e a confiança.
Não obstante a notória evolução do André Almeida, precisamos de reforçar a posição com uma alternativa capaz de algo mais ofensivamente.
A inclusão do Filipe Augusto como segundo médio aumenta a nossa agressividade no meio campo e ajuda-nos a controlar melhor as operações. A par disso, a passagem do Pizzi para falso ala direito, dá-lhe mais espaço (e tempo) para organizar e desequilibrar.
A gestão física do Jonas será assegurada pela possibilidade de baixarmos o Seferovic para segundo avançado, atrás do Mitro ou do Raúl.
A estreia oficial do Diogo Gonçalves faz-nos pensar que o mister acredita nele já para esta época. Ainda bem!

Em suma:
Dois jogos, duas vitórias frente a duas das melhores equipas de Portugal. Curiosamente, pelo mesmo resultado e com a mesma marcha no marcador. Com dois retoques - um excelente GR e um bom lateral direito ofensivo - ficamos com um EQUIPÃO que nos dará imensas alegrias!






Isso bem engraxadinho, fáchavor!..

O Fejsa já jogou neste campeonato. Podemos encomendar as faixas?