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"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

RAMPA ASCENDENTE


Temos trinta e duas jornadas para recuperar os dois pontos perdidos no Domingo, frente ao Vitória de Setúbal.

O desaire desta segunda jornada resulta de um cocktail de factores desfavoráveis:

- Falta de velocidade e intensidade do jogo do Benfica
- Excelente organização defensiva do V. Setúbal
- Sorte madrasta
- Arbitragem escandalosamente tendenciosa

Bastava que apenas um destes quatro factores não se tivesse verificado  e, estou em crer, a vitória não nos escaparia.

Comecemos por nós. O onze inicial, com Salvio na direita e Pizzi na zona dez, pareceu-me bem na teoria. Na prática não resultou, pois Pizzi não conseguiu aparecer e definir como se impõe nesta função/posição. 

O Benfica conseguiu, a espaços, desenvolver boas movimentações ofensivas, variando o jogo pelos três corredores e criando dificuldades à defesa sadina. Importa aumentar o volume e a velocidade destas acções. Só assim poderemos ultrapassar os adversários que invariavelmente se apresentarão muito bem organizados defensivamente. E neste aspecto, temos de dar mérito ao Vitória de Setúbal.

A sorte faz parte do jogo e não podemos esperar que nos seja favorável, temos de conquistá-la. Mas é verdade que criámos situações suficientes para marcar mais golos - aquela recarga do Lindelof era difícil, mas...caramba, a bola bem podia ter entrado!

O árbitro Manuel Oliveira
Há vários anos que me habituei a entender que o trabalho dos árbitros é muito difícil e é perfeitamente aceitável que sejam cometidos vários erros por jogo. O que nunca me habituarei a aceitar é que esses erros demonstrem uma tendência, uma intencionalidade.

Foi isso que este filho da puta fez no Domingo. Nem falo do golo esquisito e duvidoso que sofremos, mas dos inúmeros lances (daqueles que não aparecem nos resumos) em que este Oliveira (malfadado apelido do futebol português) decidiu erradamente contra nós. Foram demasiados para admitirmos que não foi propositadamente. Destaco um corte limpo do Raúl e uma falta claríssima sobre o Gonçalo Guedes entre tantos outros. 
Mas o mais nojento foi a complacência com o anti-jogo dos visitantes. Já na primeira parte o tempo de descontos devia ter sido no mínimo 4 minutos, pelas simulações de lesões e assistências médicas aos jogadores do Vitória. Deu só 2 minutos. Na segunda parte então, devia ter dado no mínimo 7 minutos. Deu 4.

Este tipo é reincidente. O ano passado frente ao Rio Ave também inclinou o campo contra nós. Dessa vez conseguimos vencer o árbitro e o adversário legítimo. Desta vez não conseguimos subir a rampa ascendente que nos pôs à frente.

Em suma, temos de fazer mais e melhor para somar os três pontos em cada jogo. E esperar que, pelo menos, haja o bom-senso de não voltarem a nomear este filho da puta para os nossos jogos.


  








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