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Luisão - Vinte Títulos! (and counting...)

Se todas as batalhas da

"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

sexta-feira, 17 de março de 2017

A última curva antes da recta da meta




É proibido escorregarmos na Mata Real. Este jogo é a antecâmara do sprint final que definirá o próximo Campeão Nacional. A seguir, temos a paragem para as selecções e depois o clássico. Que será como que um play-off deste campeonato a dois, um tiro de partida para a recta da meta, que dará vantagem significativa a quem sair da Luz na frente.

Não é expectável que o Porto perca pontos com o Setúbal em casa (mas era giro, com assistência do Nuno Santos e golo do João Carvalho) pelo que a nossa vitória em Paços de Ferreira assume carácter obrigatório. Temos de consolidar o que de melhor fizemos com o Belenenses e limar as arestas que ainda nos incomodam. Do derby de segunda-feira, gostei da nossa organização ofensiva e da variedade de jogo que apresentámos no último terço, com muita criatividade colectiva. Não gostei de várias hesitações e desconcentrações no início de construção.

Será necessário um Benfica igual a si próprio - competente e concentrado, para vencer em Paços. A experiência da nossa equipa, com vários Tricampeões e muitos Campeões, poderá fazer a diferença a nosso favor em mais um campeonato disputado ombro-a-ombro. Por falar em ombro-a-ombro, não estou excessivamente preocupado com os amarelos do Pizzi. A nossa preocupação deverá centrar-se noutros amarelos... os jogadores do Paços. Impedi-los de respirar e criar-lhes diferentes dificuldades. Precisamos de ganhar primeiro na luta para depois podermos impor a nossa superioridade técnica. Garra e talento! Qualidades do ADN do Benfica.

Na defesa e no meio-campo, não deverá haver surpresas. O eixo de ataque será composto pelo Jonas, a aproximar-se da sua forma, e pelo Mitrogolos. Nas alas, há matéria para inventar. Eu jogaria assim: 

Dum lado, a criatividade e imprevisibilidade do Carrillo. Do outro, a garra e velocidade do Cervi. Começava com ambos a jogarem do lado do seu pé para explorar a largura. Depois podiam trocar para fazerem movimentos interiores e também para mudarem de marcadores directos, criando assim dificuldades diferentes ao adversário.















Vamos estrear uma bancada na Mata Real. Que fique a estreia assinalada pela Onda Vermelha a caminho do Tetra! FORÇA BENFICA!!!

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