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Luisão - Vinte Títulos! (and counting...)

Se todas as batalhas da

"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Já agora, queremos a desforra


O empate a três com o Boavista, na Luz, foi a maior roubalheira do futebol português no Séc. XXI. Foi a consequência mais evidente da choradeira dos vencidos e das ameaças aos árbitros feitas pelo mestre macaco e seus bandidos.

Apesar de termos sofrido três golos irregulares em menos de quinze minutos, os nossos rapazes ainda conseguiram chegar ao empate, mas faltou-nos um bocadinho de força para fazermos o quarto e somarmos os três pontos. A equipa do Boavista não tem culpa, mas gostava que aproveitássemos este jogo no Bessa para repormos a justiça no confronto directo com os axadrezados. Para além disso, somos o Benfica e queremos ganhar porque sim.

Dito isto, podemos também olhar para este último jogo do campeonato como uma oportunidade para alcançarmos dois objectivos. Consagrar como campeões os quatro jogadores do plantel principal que ainda não somaram minutos na Liga e, mais importante ainda, preparar da forma mais adequada a equipa que defrontará o Vitória de Guimarães na final da Taça de Portugal. Neste sentido, haverá necessidade de poupar alguns jogadores e será conveniente dar minutos a outros. 

Começando pela baliza, e não obstante o carinho que todos sentimos pelo Paulo Lopes, julgo que seria melhor jogar o Júlio César de início. Será de toda a justiça que seja ele o titular no Jamor, pelo que o regresso à competição uma semana antes da final só lhe fará bem. Nas laterais, gostava de ver o Pedro Pereira e o Hermes. São dois jogadores que, em boa verdade, desconheço e tenho curiosidade em "tirar-lhes a pinta". 

Soube agora que o Jardel se voltou a lesionar. Seria a minha escolha, com o Lisandro. O nosso guerreiro Jardel passou a temporada lesionado e quase não sentiu o gosto de vestir o manto sagrado na histórica época do Tetra. Merecia jogar e envergar a braçadeira. O Lisandro terá a oportunidade de voltar a ser feliz na cidade do Porto, onde foi determinante para o nosso sucesso ao alcançar o empate no Dragão, ao minuto...eh! eh! (Obrigado, Kelvin - foste o gatilho que fez disparar o Tetra). Correndo tudo bem, o Paulo Lopes e o Kalaica entrariam depois para formalizarem o estatuto de campeões. Moralmente já são.

Para o meio-campo e ataque, as opções deverão ser feitas em função da gestão física dos jogadores a utilizar na final da Taça. Nalguns casos será melhor dar-lhes descanso, noutros poderá ser mais indicado dar-lhes jogo para que não fiquem tanto tempo parados. E talvez alguns precisem de queimar as calorias acumuladas nos festejos.

Seja como for, o mister Rui Vitória lá saberá fazer o que for melhor, tendo em conta estes dois factores: gestão anímica do grupo e preparação para a final da Taça de Portugal. Queremos ganhar mas o mais importante é que ninguém se aleije. 

(Que luxo podermos dizer isto!)

SAUDAÇÕES TETRAGLORIOSAS!!


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