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"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Trinta e três é igual a três vezes Onze


St. George's Park - Local de estágio do SLB

A constatação é óbvia mas tem um significado especial. Trinta e três é o número de jogadores convocados para o estágio que começou hoje em Inglaterra e, não por acaso, permite a construção de três Onzes relativamente equilibrados. Não sabemos se será essa a ideia do mister Rui Vitória, mas se ele quiser até poderá organizar um mini-torneio triangular entre o vasto plantel à sua disposição, com vista à selecção dos 26/27 que lutarão pelo Penta. Nós podemos entreter-nos a pensar nisso.

Olhemos primeiro para o conjunto completo. Com excepção dos defesas-centrais (5) e dos médios-centro (7), confirmamos que temos neste momento três jogadores por posição. O que só por si, revela um excelente planeamento. 

                                                Seferovic
Mitroglou
 Raúl
Jonas
D.Gonçalves
J.Carvalho
         Cervi                                                      Pizzi                                           Salvio
         Rafa                                                      Chrien                                          Zivkovic
         Willock                                                   Krovinovic                                    Carrillo
                                                                       A.Horta                                         
Fejsa
Samaris
F.Augusto
       Grimaldo                           Jardel                                Luisão                             A.Almeida
       Eliseu                              Lisandro                            Kalaica                           A.Buta
       Hermes                                                                   Rúben Dias                      P.Pereira
                                                                   J.César
                                                                B.Varela
                                                                P.Lopes


Muitos e bons!

Decompondo o grupo em três equipas, e fazendo apenas duas adaptações (Samaris a central e Chrien a 6), podemos escalar três Onzes bastante equilibrados, misturando experiência e juventude. Vamos chamar-lhes o Onze do Fejsa, o Onze do Pizzi e o Onze do Jonas - os mais influentes.

Procurei incluir em cada equipa um lateral experiente e um "maçarico"; um extremo aberto e outro de movimentos interiores, o meu modelo preferido.






Qual deles o mais forte? Qual seria o Onze vencedor deste triangular? 

Quais os 6/7 elementos mais próximos da porta de saída? 
Arrisco os seguintes: Pedro Pereira, Hermes, Rúben Dias, João Carvalho e André Horta - por empréstimo a equipas da Primeira Liga. Todos poderão ser úteis no próximo ano. 
Vender o Salvio, mediante uma proposta razoável para o clube e boa para ele. Já nos deu imenso retorno desportivo e abria espaço para Zivkovic e Carrillo. 
Deixar o Diogo Gonçalves e o Willcok com um pé na B e outro na A, teriam oportunidades. 
De resto, mantenho a convicção que precisamos de um GR e a dúvida sobre um DD.

Que seja um excelente Estágio!

6 comentários:

  1. Grande iniciativa Miguel!

    Penso que o onze do Fejsa ganharia, pois joga com o amuleto... ;D

    Tirando alguns jogadores que não deverão continuar com o plantel, como é o caso do Hermes que tem mostrado pouco, penso que há um leque de jogadores que caso hajam propostas interessantes para todos, a SAD encarnada deixará sair. Falo de Samaris, Carrillo e Mitroglou.

    Já agora se mantivermos o Raúl, penso que temos grandes hipóteses de chegar longe na Liga dos Campeões, pois Raúl e Seferovic são o tipo de avançados que necessitamos nos jogos mais nivelados.

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  2. Obrigado, PP!

    Pois, com Fejsa não vale...:)

    As propostas "interessantes" podem sempre levar jogadores, mas eu gostava de manter o Samaris (tenho grandes planos para ele) e dava mais um ano ao Carrillo. Tenho gostado da atitude e tem algo diferente, pela imprevisibilidade.

    Mantendo os Fab Four no ataque seremos demolidores!
    Sei que não és fã, mas o Mitro dá-nos algo fundamental no campeonato, em que passamos tanto tempo instalados no último terço - aquela referência para finalização. Dependendo dos valores talvez saia um, Raúl ou Mitro, mas gostava que não. Curiosamente, mas não deve ser por acaso, o Seferovic pode fazer o papel de um ou de outro.

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    Respostas
    1. Vejo mais o Seferovic a fazer de referência do que o Mitroglou, pois o suíço ganha muitas bolas...

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    2. Vamos ver. Pelo que já mostrou, dá ideia de ter as duas valências: atacar a profundidade e dar apoio frontal em jogo combinativo. Se também tiver a frieza assassina do Mitro, temos ali um... canivete-suíço no ataque! E acho que também pode ser segundo-avançado (para dar descanso ao Jonas) gravitando em torno do Mitro ou então numa dupla dinâmica com o Rául.

      Oxalá possamos comprovar, era sinal que mantínhamos os 4!

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    3. Também acho que o suíço pode fazer de Jonas. Aliás, gostava de ter visto isso já no jogo com o Hull City. Penso que faltou ao Mitroglou ou ao Carvalho um jogador assim ao lado nesse encontro.

      Manter os 4... vejo apenas dois problemas: a folha salarial e o ambiente entre eles poderá complicar.

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    4. Pois é, se o Jonas calha a estar bem fisicamente, é chato para o que ficar muito tempo fora. Mas precisamos de 4 no plantel. A primeira ideia que me surge é considerar o Rafa o 2º Jonas, mas acho que por agora ele pode render mais na esquerda, dividindo com o Cervi. Poderá o Diogo fazer isso, ao nível de, vá lá, Gonçalo Guedes?

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