Confirma-se a evolução do processo no novo sistema táctico! O jogo de Vila do Conde, malgrado o resultado, já dera indicações nesse sentido. Ontem, é verdade que perante uma equipa de calibre inferior ao Rio Ave, pudemos assistir às virtudes deste 4-3-3 em todo o seu esplendor. Mobilidade permanente dos sete elementos participantes no processo ofensivo, com inclusão dos laterais. Circulação da bola a toda a largura e profundidade. Muita gente a aparecer em zonas de finalização. Excelente reacção à perda e rápida reciclagem dos ataques. Muitos e belos golos! O terceiro então, meus senhores, é do melhor a que podemos assistir neste magnífico desporto. Toda a jogada é uma demonstração do mais puro footbal association e aquela finalização até parecia futsal: o Salvio Ricardinho pica a bola por cima de um adversário e o Pizzi Ricardinho enche o pé e nem a deixa bater. Golão!!
Os maestros Pizzi e Krovinovic empunharam as batutas e leram a partitura. Os restantes elementos dançaram ao tom...dela.
A vantagem de termos dois distribuidores
e a mobilidade do Jonas:
No papel parece confuso, não é?
No campo ainda confunde mais quem os tenta parar.
E numa força invencível o carrossel benfiquista engoliu os beirões.
Há muito que esperávamos o renascer dos campeões.
O passado foi lá atrás.
A mudança para o 4-3-3 é uma escolha que se faz.
Ontem percebemos do que esta equipa é capaz.
Rugem baixinho os motores.
Será desta que descolam, os nossos jogadores?
E nasce de novo o dia nesta nave benfiquista.
Um pouco de fé e vamos à conquista!
Os Xutos não me levarão a mal esta reles adaptação de um dos seus maiores hits. Já agora, ouçamos a versão original.
Olha quem voltou!, diz o Jonas.
E que venha para ficar, digo eu!
Fortíssimo, o Salvio!
SLB e XUTOS, QUE COISA LINDA. MIGUEL COSTA, BRAVO.
ResponderEliminarBelos versos! E que carrossel de enlouquecer! Acho que o Jonas devia acumular o cargo de jogador pistoleiro com uma espécie de técnico dos jovens do Seixal só para ensinar-lhes a movimentar-se dentro do campo. Sei que a inteligência dele é quase intransferível, mas deve haver alguma forma de ensinar isso aos nossos miúdos do futuro. E o Salvio que todos dizem só olhar para o chão? De repente ele inventa-me aquele passe picado para o Pizzi marcar! O Salvio estava infiltrado no lugar do ponta-de-lança, Jonas e Pizzi flutuavam atrás dele, enquanto Krovinovic a pensava o jogo a meio campo. Foi maravilhoso ver aquilo! Mas oh Miguel! Se eu tiver o direito a pedir um presente de Natal, vou então desejar um golo ao Sporting igual ao 4º que fizemos contra o Tondela. Canto de Pizzi rasteiro para Jonas e golo com o pé direito. Se não me engano é já o segundo golo assim esta época. Só espero nao ver mais ofertas ridículas de golos. Tinhamos de oferecer um assim ao Tondela, com mais uma perda de bola a meio campo.
ResponderEliminarObrigado, Monte! Mas a autoria é dos Xutos, eu só estraguei. Pois o nosso carrossel parece que está a começar a funcionar. Os motores (Pizzi e Krovi)já rugem! Agora é preciso é dar continuidade.
EliminarHá pelo menos um puto do Seixal que tem potencial para aprender com o Jonas, o João Félix. Parece-me que é da mesma estirpe que o Pistolas.
Golos ao Sporting? Por mim até podem ser iguais ao que oferecemos ao Tondela!
Sim, ao Sporting dá gozo vencer com um golo ridículo assim.
ResponderEliminarE o João Felix podia muito bem ter jogado uns minutos hoje com o Portimonense. Eu tenho certeza que bastaria colocá-lo em campo só os 10 minutos finais para ele fazer coisa diferente. O mesmo se aplica no que falta do campeonato.
O timing de entrada dos putos na equipa principal é uma questão muito sensível. É importante que aconteça num momento em que a equipa esteja sólida e a funcionar bem, para ele se sentir confortável e apresentar o seu melhor futebol. Lançar um puto numa fase instável e esperar que seja ele a resolver pode queimá-lo. Receio que o Svilar ou o Diogo possam correr esse risco. Nem todos têm a mentalidade do Rúben. Ou o contexto muito específico do Renato, em que só faltava mesmo ele para aquilo funcionar como funcionou.
EliminarSim, realmente com a equipa assim com tantos altos e baixos é difícil. Acho que o Feliz nem aguenta os 90 minutos na equipa B porque é sempre substituído, mas sei lá, ele é diferente e a mim parece-me que 10 minutos são suficientes para ele fazer coisas fora do normal, seja nos juniores, na equipa B ou até na principal. Só que no futebol, em campo tudo pode mundar. Quem está la no dia a dia sabe melhor que qualquer um de nós.
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