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"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O EURO 2016 (parte VI)

Payet
Griezmann












O Alemanha - Itália ficou muito aquém das expectativas e até na marcação das grandes penalidades houve falta de qualidade. No fim ganharam os alemães.

A melhor França desde o início do torneio pôs fim ao sonho Islandês, mas os Vikings caíram de pé. O duplo-pivot Matuidi-Pogba resulta melhor que o trio composto por estes dois mais Kanté. Permite que Griezmann jogue no meio, circulando atrás de Giroud, criando perigo em todo o lado e a toda a hora. Na direita, Sissoko ajuda a defender e a atacar, mas gostava mais de ver Coman a jogar de início. Na esquerda, Payet continua a fazer das suas.
Os anfitriões defrontarão uma Alemanha sem Gómez, que se tem revelado importante na manobra ofensiva, em detrimento de Goetze. Não consigo atribuir favoritismo.

As individualidades belgas foram suplantadas por uma verdadeira equipa, o País de Gales, e teremos um osso muito duro de roer nas meias-finais. A ausência de Ramsey é relevante e poderá tornar o jogo dos galeses um pouco mais previsível, sobrecarregando Bale na construção e definição dos ataques, a par de Joe Allen.

Quanto a Portugal, já não esperamos grande qualidade de jogo colectivo em termos estéticos, mas seguramente contaremos com a entrega, a solidariedade e o espírito de sacrifício que tem caracterizado esta equipa de Fernando Santos. Também temos que lhe dar mérito por isso.
Aconteça o que acontecer, somamos mais uma presença em meias-finais de uma grande competição, o que não pode deixar de ser considerado positivo.

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