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Luisão - Vinte Títulos! (and counting...)

Se todas as batalhas da

"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

domingo, 8 de janeiro de 2017

FRIOS E LETAIS

Com o CAPITÃO em campo "Deus tá no comando"


Jogo muito difícil como se esperava com vitória justa e saborosa do Tricampeão. Tricampeão e líder que vê nesta jornada aumentados para seis os pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Nas próximas cinco jornadas da Primeira Liga jogamos quatro (!) em casa...
Calma, pessoal!

Ontem foi mesmo difícil, perante um Vitória de Guimarães que justificou o seu 4º lugar, ex aequo com o Sporting. Os vimaranenses entraram forte e nos primeiros dez minutos jogou-se essencialmente no meio campo do Benfica. A pouco e pouco fomos conseguindo ligar algum jogo e chegámos ao golo do Jonas aos 19', sem que antes tivéssemos criado mais do que meia oportunidade. Abertura do Mitro para o Salvio, o argentino liga o turbo e passa atrasado para o Jonas matar! Frios e letais, precisámos de 1,5 oportunidades para fazer um golo.



JONAS - Primeiro na Liga. Quantos fará?



O golo caiu-nos bem e conseguimos ter mais bola, com boa circulação. Mas o jogo prosseguiu dividido com ambas as equipas a criarem situações de finalização. Num contra-ataque, após boa aplicação da lei da vantagem pelo árbitro, a bola chega ao Jonas que assiste o Mitroglou.








A Dupla de Ataque - Para fazer sentido uma equipa jogar com dois avançados na zona central, ambos têm de ser muito bons e render golos, pois o preço a pagar por esta opção - jogar com apenas dois médios centro - é um preço muito alto. De preferência, a Dupla de Ataque deverá valer ainda mais do que a soma do valor individual desses dois jogadores. É claramente o caso com Jonas e Mitroglou.

Na segunda parte o Vitória voltou a entrar forte e passámos por dificuldades criadas essencialmente pelo Hernani e pelo Soares, que fomos resolvendo na extrema defesa. O Luisão foi intransponível por terra e pelo ar e o Ederson segurou tudo o que foi à baliza. Com o passar do tempo, foi diminuindo a intensidade e o perigo das investidas adversárias e nos últimos dez minutos tivemos a situação controlada. Uma nota final para a arbitragem: Como eu esperava, não esteve mal. Um bocado defensiva para o meu gosto, mas percebe-se, dadas as circunstâncias. 


MORAL da HISTÓRIA
Nem sempre a superioridade de uma equipa é demonstrada pela estatística dos ataques, remates, etc. O Futebol é cada vez mais um exercício de eficácia e nesse aspecto o Benfica do Rui Vitória tem sido magistral.

Terça-feira voltamos a Guimarães para tentarmos conquistar o direito à presença na Final Four da Taça da Liga. Podemos apresentar um ataque fresquinho, com Rafa, Guedes, Zivko e (espero) Raúl.






P.S.    



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